Aos trinta dias da morte de Machado de Assis, o crítico José Veríssimo* escreveu: "Depois da leitura de Brás Cubas comecei a entender que se podia ser um grande escritor brasileiro, sem falar de índios, de caipiras ou da roça". Pois é. Lá se vão 101 anos e ainda hoje tem gente que pensa o contrário a respeito de certos cronistas... Também pudera! Estamos andando a passos tão largos no caminho da roça que até tropeçamos nuns castelos fora de época por aí.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
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